Da água que nasce, corrói o que existe
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Sou uma esponja: absorvo com meus olhos tudo que instiga meu cérebro. Eu não sou mais um, sou uma dialética, um reflexo. Faço mutações para me adaptar a sua sintonia, obviamente se também puder reter algo que é seu.
03.03.10
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