segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Seu corpo doída e sofria pela ansiedade. Os sofrimentos físicos e psicológicos se mesclavam e ele não conseguia distinguir qual deles era causa e consequência. Porém, isso não importava, tinha tirado de si o hábito de tomar remédios, salvo apenas quando necessário. O corpo é forte e sistemático, pensava ele. A aflição que corria em suas veias o pertubava a ponto de impedí-lo em suas tarefas corriqueiras. Sentia, subitamente, que mergulhava em um profundo vazio mental, um hiato branco da existência. Sentia-se um zumbi, viver é realmente algo desgastante.

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